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Posts de janeiro, 2009

App Store chega aos 500 milhões de downloads de aplicativos

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A Apple acertou em cheio no formato da App Store, que permite a entrada de aplicativos de quase todo mundo, garantindo ótimos lucros e aumentando a popularidade do iPhone. Já são mais de 15.000 aplicativos baixados, somando o total de 500.000.000 downloads, tudo isso em um pouco mais de 6 meses. E a empresa está tão feliz com o resultado que colocou uma imagem gigante na sua home.

Vale lembrar que nem todos aplicativos são bons. Eu diria que só uma pequena parcela é útil para alguma coisa, mas tem gosto para tudo, e isso rende milhões para a Apple. Aliás, quanto mais aplicativos, melhor para nós. Quem aposta na data do 1 bilhão de downloads?

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Tweetie: Seria o melhor cliente twitter da App Store?

A App Store conta com tantos clientes para twitter fica até difícil escolher um. Há um tempinho escrevi um comparativo de quatro clientes gratuitos, mas cada um deles deixava algo a desejar. Já faz um tempo que o aplicativo pago Tweetie foi lançado na App Store, mas não fui muito com a cara dele pelo preço e por ter a mesma cara do aplicativo SMS. Mas resolvi dar uma chance ao Tweetie quando a nova versão foi lançada, hoje.

A principio, o Tweetie tem as mesmas funções básicas dos outros clientes: enviar tweets, mensagens, postar fotos no twitpic.com, seguir usuários etc. Dando uma olhada mais de perto, encontramos recursos mais específicos, como listar tweets favoritos, retwittar, ver os assuntos mais comentados e buscar. Algo que me chamou atenção foi a possibilidade de entrar com várias contas. É difícil achar alguma característica que não está presente neste aplicativo.

Nos ajustes, é possível determinar o tema (chat bubbles ou simples), tamanho da fonte, número de tweets carregados ao iniciar, teclado horizontal e outras configurações. Quem não usa muitos recursos do twitter pode optar por um cliente grátis. Se você realmente quer aproveitar o máximo do twitter no iPhone, vale a pena gastar os 3 dólares no Tweetie.

Realmente o aplicativo tem mais recursos do que precisa (quem tem o app sabe o porquê), mas isso não é um problema, é bem fácil de usar e tem um visual clean. Novas funções podem ser sugeridas no fórum do desenvolvedor. Se você baixou o Tweetie, não se esqueça de ativar o Popularity Enhancer, não vou dar spoilers do que faz.

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Comparativo: iBlogger vs WordPress

Dando continuidade à série de posts comparativos que o Fábio começou, esse texto vai abordar duas apps específicas para publicação de conteúdo online através de um CMS. Ou, para familiarizados com a ferramenta e o verbo, blogging. A versão gratuita do WordPress (obviamente, apenas compatível com o CMS wordpress) e o aplicativo pago iBlogger.

Talvez seja um pouco injusto comparar um aplicativo que serve para postar apenas em blogs do wordpress com outro que é compatível com uma gama de CMS’s diferentes. Mas a questão principal do post são as características que cada um oferece para a publicação do texto, independente da plataforma. Então o fator do CMS suportado por cada um vai ser praticamente irrelevante.

wordpress Em primeiro lugar, a app WordPress, já que foi lançada primeiro. O setup é bem fácil, mas um pouco chato. Se você não colocar uma barra no final do endereço quando for configurar seu blog, ele não te deixa logar. Deixando essa pequena pertubacao de lado, o aplicativo é sim é bem decente.

Esse parágrafo, por exemplo vai ser escrito todo nele. Existe suporte para upload de imagens (que não gera thumbnails muito claras, devo admitir) direto do iPhone ou iPod Touch, categorias, proteção de posts com senha, previews e até agendamento de artigos. Não há suporte à tags ou à administração do blog pela app, mas se você estiver no meio do nada, sem conexão nenhuma, poderá escrever um post e publicar assim que o acesso à internet estiver disponível usando a opção de rascunhos locais.

wordpress (3) wordpress (5) wordpress (4)

Uma coisa da qual senti falta é o modo de edição em paisagem, assim a àrea de entrada de texto não ficaria tão minúscula e comprimida nos 320 pixels de largura da tela. Mas segundo o que publicaram no blog do desenvolvimento da app, essa e outras funcionalidades como moderação de comentários, criação de links e modificação de imagens estarão disponíveis na versão 1.2 do aplicativo.

ibloggerDiferente da app do WordPress, o iBlogger custa US$0,99 e suporta blogs que tenham XML-RPC ativado, além das ferramentas blogger, Drupal, TypePad, dentre outros. A configuração inicial é igualmente simples e se você esquecer a barra no final do endereço não vai ser pertubado por um aviso te dizendo que seu blog não existe ou a conexão com a internet é falha.

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O suporte à imagens é bem mais avançado, você pode escolher o alinhamento dela e ajustar o zoom antes de aplicar no texto. Não é um photoshop, mas dá conta. Ele também tem suporte à tags e criação de links, que pra um aparelho sem copiar e colar ainda é meio inútil. A não ser que todos os seus links sejam pro google.com ou apple.com ou qualquer coisa que não envolva muitos caracteres. A lista de posts também conta com um preview das duas primeiras linhas de texto logo abaixo do título.

Conclusão

Por enquanto, os dois aplicativos pecam por não suportarem edição no modo paisagem, não permitir tarefas administrativas ou não suportarem a criação de páginas estáticas, mas como um todo, o iBlogger é melhor que o WordPress por conter mais atalhos e pelo preview de posts.

Link para WordPress | Link para iBlogger

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Apple liberou Web Browsers na App Store, mas nada interessante ainda

Alguns aplicativos liberados recentemente na App Store chamaram atenção, são os navegadores de internet desenvolvidos por terceiros. Essa atitude mostra que a Apple está cada vez mais liberal em relação a sua loja de aplicativos para iPhone e iPod Touch. Os browsers estavam parados em uma fila por serem de “funcionalidade duplicada”. É uma ótima notícia para quem espera um navegador com mais funções do que o Safari.

iPhone Browsers

Entre os aplicativos liberados, nenhum supera Safari. Veja abaixo:

Edge Browser: Exibe as páginas em tela cheia, sem a barra de navegação. Está tendo um péssimo feedback na App Store. Para mudar de página é necessário ir até no menu de configurações do iPhone.

Hot Browser: Nada de especial, menos funções que o Safari. A única diferença é que abre um site famoso aleatório quando você balança o iPhone. Útil, não?

WebMate: Permite navegação por tabas e abrir links em novas tabas.

Shaking Web: O browser facilita a leitura em movimento. Dentro do ônibus, por exemplo. Ele utiliza os acelerômetros para suavizar a tremedeira da sua mão. O mais interessante até agora.

Incognito: Esse é para quem quer visitar aquele site sem deixar rastros. Nada que uma limpeza no histórico, cookies e cache do safari não resolva.

Vamos esperar um pouco para ver se algum navegador famoso entra na brincadeira, por enquanto eu fico com o Safari.

Via Gizmodo.

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As melhores apps de 2008

O site Best App Ever publicou na semana passada os vencedores do prêmio de melhores aplicativos para iPhone e iPod Touch no ano de 2008. O painel de jurados conta com Wil Harris, do Channel Flip, Jeff Scott e Tom Hesser, donos do site 148apps e organizadores do prêmio, entre vários outros. Então os aplicativos foram bem julgados. Os vencedores foram os seguintes:

shazam Melhor App de todas
Durante todo o ano de 2008 essa app se destacou diante de milhares de outras. E por isso ganhou também o prêmio de mais inovadora. É o Shazam, aplicativo que reconhece com 99% de precisão qualquer música que for tocada perto do microfone do aparelho. E é gratuita.

facebook Melhor destruidora de produtividade
O ganhador dessa categoria tem como característica o grande poder de tirar toda a produtividade de quem o tem. E lá fora, o vencedor foi o aplicativo gratuito do Facebook. Mas aposto que se houvesse um pro orkut aqui no Brasil, ele ganharia o prêmio local com certeza.

airsharing App mais útil
Air Sharing, o aplicativo que transforma seu iPhone ou iPod Touch em uma pasta de rede. Ele suporta leitura de arquivos de texto, apresentações, imagens e ainda vem com a habilidade de proteger as sub-pastas com senha. Custa caros 4,99 dólares, mas serve ao seu propósito muito bem.

stanza Melhor App gratuita
Stanza, leitor de ebooks. Mesmo com a tela minúscula do iPhone, essa app parece fazer um bom trabalho de exibir páginas e páginas de livros eletrônicos inteiros e sem cobrar um centavo. Conseguiu roubar o lugar do TapDefense e Tap Tap Revenge.

ocarinaMelhor App de 99 centavos
Dentre todas os programas disponíveis na categoria de preço mais barata na AppStore, a Ocarina foi a que se destacou. E foi criada pela Smule, a empresa idealizadora daquela tecnologia de transmissão de dados por áudio. Nenhuma surpresa.

weightbotInterface mais original
Esse sim foi uma surpresa. O aplicativo Weightbot não tem um propósito muito inovador: ele serve pra registrar seu peso durante um determinado tempo. Mas a interface foi uma sacada de mestre, pelo jeito. Perfeito para quem gosta de design e está fazendo dieta. É um nicho pequeno.

rolando Jogo com melhor gráfico
Rolando conseguiu o primeiro lugar nessa categoria. E não é à toa. No review dele o Fábio não apontou sequer um ponto negativo. E se isso já não fosse razão o suficiente pra você baixar e testá-lo agora, o preço caiu de 10 dólares pra 4,99.

Claro que não vou listar todas as categorias aqui, são mais de 20 apps diferentes. Você pode conferir todos vencedores nesse link.

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RastaMonkey: Mais um jogo de plataforma 2D a caminho da App Store

Os jogos de plataforma 2D são sinônimo de sucesso na App Store, Rolando é um bom exemplo. O jogo RastaMonkey promete ser um outro caso de muitas vendas. Resumindo, você controla um macaquinho rastafári que sai pulando pela floresta feito um doido, perdoem o jeito propaganda de filme da sessão da tarde de descrever o jogo. Aliás, uma coisa que achei interessante foi o fato de uma folha de maconha aparecer no final de cada fase, o que me faz pensar que o aplicativo será modificado para entrar na App Store.

O jogo é feito com a ferramenta de criação de jogos Unity Game Engine, que anunciou suporte a desenvolvimento de jogos para iPhone. Quem quiser, pode testar o jogo do macaco “doidão” aqui (requer plugin Unity). Assista ao vídeo:

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Entrevista: Renato Pessanha

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Eu sempre tive curiosidade de descobrir como os desenvolvedores de aplicativos para o iPhone publicam suas criações. Hoje tive a chance de entrevistar um deles. Renato Pessanha, analista de sistemas de 33 anos, que também é desenvolvedor das apps Forca Brasil e Gorjeta Brasil, entre outras. Ele tirou alguns minutos do seu dia pra me responder algumas perguntas que mandei por email.

Qual foi seu primeiro contato com um mac e o que te incentivou a ir para
esse lado da área de computadores pessoais?

Meu primeiro contato com um Mac foi em Maio de 2008, já com o Leopard. Comprei a máquina principalmente pelo design e interface. Desde então ainda me impressiono com facilidades e recursos do sistema. A principio tinha receio de ter dificuldade para encontrar aplicativos, mas percebi que em casa eu usava realmente poucas coisas: internet, e-mail, iTunes, planilha eletrônica e gravação de CDs e DVDs, então resolvi arriscar o Mac e não me arrependo. Eu uso computadores desde criança (desde meu primeiro TK-90X) e sempre trabalhei principalmente com PCs, mas o Mac realmente me impressionou.

O que você usa para desenvolver seus aplicativos?
Uso um iMac Aluminum 20’’. Testo as aplicações num iPod Touch 32 GB. Completa o conjunto um Time Capsule para dormir tranquilo. O software utilizado é o Xcode (ambiente de desenvolvimento) disponível para download no site da Apple, onde se desenvolve em Objective-C utilizando o framework Cocoa.

O framework Cocoa é um bicho de sete cabeças? Você enfrentou alguma dificuldade ao desenvolver suas apps?
No começo eu estava preocupado em conhecer as classes de objetos do Cocoa e ainda me atrapalhava um pouco com a sintaxe do Objetice-C. Então foi difícil fazer o primeiro Hello World. Foi aí que resolvi dar importância e estudar os “design patterns” utilizados pelo Cocoa e de repente tudo ficou mais simples. Se o programador já desenvolve em uma linguagem orientada a objetos, a adaptação é relativamente tranquila.

O que você acha da apple permitir vários aplicativos parecidos na AppStore?
Isso é bom ou ruim ao seu ver? Por quê?

Acho que é bom. A concorrência força os preços para baixo e quase sempre você acaba tendo opções gratuitas ou muito baratas para diversos tipos de aplicativos. Algumas pessoas se incomodam com o fato de existirem vários aplicativos parecidos na AppStore, mas vale lembrar que hoje a AppStore é a única fonte [legítima] de aplicativos para iPhone e iPod Touch. E existe uma tendência natural de, quando sai um aplicativo novo, ainda que similar aos já existentes, este traga alguma funcionalidade nova, e isso impulsiona melhorias nos demais.

sdk Como funciona o esquema de envio de aplicativos para a Appstore?
Basicamente o aplicativo é enviado para um servidor e, depois de um período de análise, é liberado ou rejeitado. O que percebo, pelos comentários de outros desenvolvedores, é que os principais motivos de rejeição são aplicações fora dos padrões de design de interface humana e aplicações instáveis.

Em quais países você liberou o download dos seus programas?
Quando um aplicativo é enviado para a AppStore, ele fica disponível para todos os países. Existem certas restrições. Por exemplo, no Brasil, não está disponível a categoria Jogos por questões legais.

Você está trabalhando em alguma app ainda não publicada?
Estou sim, mas sem muito compromisso. Infelizmente tenho poucas horas disponíveis por dia para me dedicar ao desenvolvimento. Faço mais por lazer.

Você acha que vale à pena ter um iPhone no Brasil? Por que?
Acho que depende da situação e utilização de cada um. Eu uso muito pouco celular,  por isso preferi o iPod Touch. Pra mim, a vantagem maior do iPhone é o acesso 3G a internet, mas os planos de dados no Brasil são caros,e o aparelho está caro também.

Quem quiser pode acompanhar os lançamentos e atualizações das apps desenvolvidas por Renato em seu blog.

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Free Memory: faz o que o nome diz

Já sabemos que a Apple é bem restrita quando se trata da aprovação de programas que rodam no iPhone e iPod Touch, mas vez ou outra eles relaxam e deixam alguns passarem. Nunca foi permitido, porém, fazer aplicativos que rodam no background desses dispositivos. Quer dizer, os desenvolvedores até poderiam escrever o código, compilar e enviar para a AppStore, mas o aplicativo ficaria barrado na porta como um guri de 10 anos na frenta de uma boate.

Entretanto, Steve Jobs não parece se importar muito com a possibilidade de aplicativos gerenciarem a memória. Aliás, aposto que muitos deles fazem esse gerenciamento, mas dentro do próprio programa, diferente do Free Memory que é como uma porta aberta para a memória runtime do iPhone ou iPod touch. Literalmente.

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Ele mostra, além da quantidade de memória livre disponível em tempo real, quais processos estão atualmente rodando, qual número de identificação de cada um deles, o nível da bateria e ainda oferece a habilidade de liberar 20MB de memória instantaneamente, pra não contradizar o nome do próprio programa. O limite para liberação é de 20 MB e quando menos de 4 MB estão disponíveis, ele avisa que liberar a memória pode demorar de 1 a 2 minutos.

freememory

E só pra esclarecer: a memória runtime é algo comparável à memória RAM de um computador normal, só que no caso do iPhone e iPod Touch ela esta limitada à 128 MB e que não faz parte da memória flash embudita nos aparelhos. Esse chip está bem separado dos outros usados para armazenamento de dados.

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Esclarecendo mais ainda meu aparente vasto conhecimento no assunto, deixo claro: descobri isso por acaso. O aplicativo vem com um texto informativo bem detalhado dizendo que desses 128 MB de memória, apenas 30 a 40 MB são usados para os aplicativos, sendo que o resto fica reservado para processos do sistema. Processos como o de email, ou o discador do iphone, por exemplo, tem permissão para ficar rodando no background. Infelizmente a SDK não permite o gerenciamento de processos.

Então já que liberaram, decidi testar a eficiência do aplicativo. E não só dele, mas de vários que instalei ao longo dos meses de disponibilidade da appstore. Convenhamos que se um aplicativo for bem programado, ele vai fazer bom uso de memória e assim que for fechado, vai liberar o espaço que usou para o próximo. É como limpar um banheiro público logo depois de… ok, sem analogias.

Fiz o seguinte teste: Abri um aplicativo qualquer, fiz alguma coisa nele, mexi um pouco, fechei e imediatamente abri o Free Memory. Claro que antes de abrir cada um dos programas, verifiquei qual era a quantidade de memória livre. E fiz o teste duas vezes com cada programa para chegar numa média consistente. Os resultados foram os seguintes:

Fuzzle – Quantidade usada: 2 MB. Limpa a memória depois de fechado: Não.
Bejeweled 2: Quantidade usada: 4 MB. Limpa a memória depois de fechado: Não.
Tap Tap Revenge: Quantidade usada: 4 MB. Limpa a memória depois de fechado: Não.
Stocks: Quantidade usada: 1 MB. Limpa a memória depois de fechado: Sim.
Weather: Quantidade usada: 1 MB. Limpa a memória depois de fechado: Sim.
Maps: Quantidade usada: 10 MB. Limpa a memória depois de fechado: Sim.
SimCity: Quantidade usada: 30 MB. Limpa a memória depois de fechado: Sim.

Aí você se pergunta: mas como, Rafa, você conseguiu ver a quantidade de memória usada por cada um desses programas? E eu respondo: simples, é só abrir o Free Memory no instante que o outro programa for fechado, ver quanto ele mostrará de início e diminuir esse número do número que você viu antes. Se a quantidade disponível subir, indica que o programa que foi fechado deu uma limpa na memória que estava usando.

Achei que era um scam pra me tirar 1 dólar do bolso, mas não. Esse tal de Free Memory parece ser bem confiável e cumpre com a sua missão de libertar ao menos 20 MB das garras de processos gananciosos. Se você roda aplicativos mal-programados ou que fazem uso intenso da memória runtime, essa app pode ser útil pra você diminuir a lentidão no seu aparelho ou só descobrir quais apps estão forçando a barra dos megabytes.

Link para download | Site oficial

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