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Posts de dezembro, 2008

Aurora Feint II: vale bem mais que 99 centavos

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Publicado na época em que o jailbreak de firmwares abaixo da 1.1.4 era comum, a primeira versão de Aurora Feint era um dos games disponíveis no Installer que me fez pensar “putz, vou perder horas nesse jogo”. Ele faz parte de um nicho de jogos que, como já disse no review do Fuzzle, vem crescendo muito na AppStore, tanto pelo seu alto valor de replay como pelo seu poder viciativo: os match-3. Genericamente falando, são aqueles jogos em que é necessário alinhar pedras da mesma cor para eliminá-las da tela. Mas Aurora Feint é bem mais que isso.

Esse post é meio que um review da franquia Aurora Feint. Farei uma breve descrição do Aurora Feint gratuito, do Aurora Feint II: Tower Puzzles e do Aurora Feint II: The Arena, mas a resenha mesmo em si é do Aurora Feint II: The Beginning. Entretanto, como são todos basicamente farinha do mesmo saco, resolvi agrupá-los em um só. Mais pra frente, se for pertinente, faremos um review mais detalhado dos outros.

Criado por Danielle Cassley e Jason Citron, Aurora Feint: The Beginning já foi até banido da AppStore por tratar dados pessoais de uma forma que não deveria: em aberto. Ele enviava e requisitava dados pela rede sem criptografá-los. Assim que o problema foi corrigido, o jogo retornou à loja online da Apple sem mais problemas. E depois de várias correções de bugs, melhorias gráficas (ou nem tanto – explicado no final do texto) e adição de novas funções, foi lançada a versão paga do jogo. Aurora Feint II: The Beginning.

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A arma secreta do exército americano: iPod Touch

Aparentemente existe um canal do Pentágono na TV dos Estados Unidos. Num determinado momento dessa semana, passava uma reportagem sobre a tecnologia de ponta que estará chegando num ‘campo de batalha perto de você’ segundo o narrador. E não, essa frase não foi inventada. Aconteceu que um dos leitores do Gizmodo estava assistindo o canal exatamente neste momento e notou que um dos aparelhos usados pelo exército trata-se de um iPod Touch.

vcom3No vídeo (que apesar de estar sendo transmitido dos EUA, pode ser acessado de qualquer parte do mundo – se não bloquearam pro Brasil, não bloqueram pra lugar algum), eles chamam o aparelho de V-Com e dizem que ele é usado para comunicação. Funciona da seguinte forma: o soldado seleciona na tela que tipo de situação de batalha ele se encontra, escolhe qual frase ele quer falar e um mini-filme com um soldado em 3D falando a frase é tocado, como por exemplo “Get down!” que quer dizer “Abaixe-se!”.  Também é fácil saber que é um iPod Touch 2ª geração por que, segundo o que o soldado disse, o som sai de um speaker.

Não compreendi direito por qual motivo decidiram colocar o iPod numa case que é amarrada no braço de um combatente e renomeá-lo com V-Com, mas se pretendiam disfarçar, só há uma palavra que define o que conseguiram fazer: FAIL.

Você pode ver o vídeo completo clicando aqui. Mais screenshots do vídeo no post completo.

Update: o leitor Landor aponta nos comentários do post no Gizmodo que o Software que faz a tradução e animação é chamado de V-Com3D. Se quiser visitar o site, o link é esse. Mas cuidado, os personagens animados falam assim que você entra na página.

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Comece seu ano novo com iChampagne

Eu queria estar brincando, mas não. O nível de tédio de quem programa para iPhone chegou nesse ponto.

ichampagne Se você não tem dinheiro o suficiente pra comprar aquela garrafa de 300 reais de champagne ou nem aquela sidra de 30, esse aqui custa só US$ 0,99 (por volta de R$ 2,40) e não vai te deixar com gosto ruim na boca. Aliás, não vai te deixar com gosto nenhum!

Ponto pros desenvolvedores por manterem a consistência na nomenclatura da App, ao colocar o i na frente de uma palavra que já existe. São poucos os que seguem a regra. Mas ainda resta uma dúvida em relação à isso: por ter 2008 no nome, não vamos poder usar em 2009? Ou será que até lá sai um update?

Se quiser comprar, basta clicar aqui. Para usar basta sacudir seu dispositivo (comandos intuitivos, não?) e esperar a rolha sair voando. O vídeo é uma diversão à parte. Definitivamente vale os 99 cents. NOT.

Via DVICE.

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App de peido rende 10 mil dólares

Eis um nicho que até pouco tempo era inexplorado e proibido. Aplicativos com o único e singelo objetivo de reproduzir uma flatulência. Apps de peido. Segundo o blog VentureBeat, semana passada a Apple (que tem uma política restrita em relação à aprovação de apps na sua loja online e já rejeitou esse tipo antes) viu uma provável mina de dinheiro no setor e aprovou 14 apps com esse fim. E nessa semana, o número passa de 50, ainda segundo o VentureBeat.

ifartA área mal começou a ser explorada e uma app específica parece estar tirando o ar de muitas outras. O desenvolvedor do iFart Mobile, Joel Comm, tem liberado as estatísticas de download da sua criação pra provar. De acordo com elas, a conta de Joel recebeu um gás de quase 10 mil dólares só no dia 22, já excluindo-se os 30% destinados à Apple.

Infelizmente este nobre co-editor não conseguiu testar o estrondoso aplicativo por ele estar disponível apenas para iPod Touchs da segunda geração e iPhones. E também porque provavelmente o desenvolvedor acha que ouvir sons “flatulênticos” nos fones de ouvido não é divertido. É necessário um dispositivo com speaker pra aproveitar a explosão de alegria que o iFart Mobile causa. Ela custa US$ 0,99.

Mas, como dito no primeiro parágrafo, existem dezenas de outras, pagas e também gratuitas, variando desde os sons (algumas oferecem até 18 diferentes traques) até os personagens (o clima natalino com certeza pede um papai noel soltando uma bufa). Basta seguir o odor característico e você encontrará.

Eu continuaria esse post dando mais alguns exemplos de aplicativos do mesmo nicho, mas isso me cheira mal. E esgotaram-se meus eufemismos para flatulência.

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Galcon: conquistando planetas na palma da mão

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Galcon é um jogo que ocupou o Top Games da AppStore por um bom tempo. Por estar sem atualizações recentes ou notícias, ele saiu do ranking da mesma forma que entrou: sorrateiramente. Apesar disso, continua sendo um jogo sensacional.

O que pouca gente sabe é que ele não foi desenvolvido especialmente para a plataforma da apple. Ele na verdade é um jogo de desktop que foi portado para o iPhone e que está disponível em versões para os sistemas operacionais mais usados (Macs, PC’s e Linux) por apenas 19,95 dólares. Acreditem ou não, eles aceitam cartão de crédito nacional, mas sai pela bagatela de 50 reais.

O objetivo principal dos jogadores em Galcon é conquistar alguns ou todos os planetas na tela de maneiras diferentes, dependendo do modo de jogo escolhido. E são 6: Classic, Stealth, Vacuum, Beast, 3-way e Net Game. O nível de dificuldade do jogo é bem amplo e segue uma espécie de ranking militar, partindo de soldado até comandante.

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Normalmente começa-se com um planeta com 100 naves. No canto inferior direito da tela, pode-se escolher qual a porcentagem de naves deixará o planeta para atacar. Os números nos planetas de cor cinza indicam a quantidade de naves que deverão atacar aquele planeta para que ele seja conquistado. O número de naves em um planeta conquistado sempre cresce, em alguns mais rápido do em outros. Esse é o resumo.

No modo Classic, o jogo consiste de uma batalha entre você e a CPU em que um tem que tomar todos os planetas do outro. O jogador que primeiro atingir esse objetivo vence a partida. Não é necessário conquistar todos os planetas cinzas, o que torna o modo mais fácil.

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No modo Stealth, que quer dizer invisível, o seu inimigo vai lançar naves em planetas sem que você possa ver. É um modo para quem não tem medo de ser pego de surpresa.

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Já o modo Vacuum é uma corrida contra o tempo. Você deve conquistar todos os planetas cinzas antes que o contador chegue ao zero ou perderá a partida. O tempo é determinado por qual ranking você escolheu. Seu único inimigo aqui é o timer.

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O Beast é um modo feroz, como já diz o nome. Cai bem pra quem tem dedos rápidos: você começa com dois planetas e tem que conquistar os que seu inimigo tem. Com um detalhe: ele começa com quase todos conquistados. É um bom desafio.

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O modo 3-Way é o mesmo que o modo Classic, mas com uma pequena desvantagem: são dois inimigos ao invés de um. Você pode considerar vantagem se eles decidirem atacar um ao outro ao invés de te atacar, caso contrário, seja rápido.

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Por último, mas não menos interessante, o modo Net Game permite que uma partida seja jogada via internet (Edge, 3G ou wifi) com 2 ou mais participantes. Sim, é necessário fazer um cadastro e tal, mas é um impecilho pequeno comparado à diversão que ele oferece. Poder, por exemplo, chutar a bunda de um brasileiro que tá lá no canadá não tem preço.

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Ainda há alguma coisa a melhorar nesse modo. Falta uma lista de contatos avisando se seus amigos estão ou não online e em qual sala eles se encontram e o lag pra 4 jogadores na mesma sala é perceptível, mas como um todo, é um modo ótimo de gameplay.

Galcon está disponível por US$4,99 na AppStore, mas se você não tiver um tostão furado pra gastar e/ou só quer um dos seis modos de jogo, pode baixar gratuitamente a versão Lite do Galcon, que só vem com o Classic.

[+] Altíssimo valor de replay
[+] Gráficos sem pixelização

[-] Efeitos sonoros meio chatos depois de um tempo

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AppSniper: para quem não perde uma promoção

Ir para o aplicativo AppStore $0.99

A App Store é um vício que vai ficando cada vez maior conforme aumenta a sede de ter novos aplicativos no iPhone. No começo baixamos os aplicativos gratuitos, depois arriscamos gastar 99 cents em um app e após algumas semanas já gastamos centenas de dólares na loja.

Para promover os seus aplicativos, os desenvolvedores muitas vezes baixam o preço, ou até mesmo os deixam temporariamente grátis. É sempre bom conseguir um preço melhor, e para me ajudar eu uso o aplicativo AppSniper, que tem a função de mostrar aplicativos com desconto.

O AppSniper tem várias funções, como mostrar os últimos apps lançados na App Store e fazer uma lista com os aplicativos em promoção. Mas sua genialidade está nos snipes, que mostram quando um determinado app está com um certo preço, escolhido pelo usuário, ou mais barato.

Também é possível escolher o país da App Store (Brasil não está disponível) e filtrar os aplicativos por categorias. Por US$0.99, você pode economizar vários dólares. Sem dúvida é um aplicativo obrigatório para quem gasta muito na App Store.

[+] Ótimo para viciados na App Store que não podem perder um aplicativo ou promoção
[+] Tem uma lista de aplicativos que se tornaram grátis por tempo limitado

[-] Deveria ser grátis, já que o desenvolvedor ganha comissão por venda de app

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Um iPhone chegou pro outro e disse ‘beep’

Apesar do título deste post parecer o começo de uma piada de fundo geek e extremamente sem-graça, ele na verdade trata de algo bem mais interessante e realista. A mágica por trás da transmissão de informações entre iPhones atráves de algo que não usa nem 3G, nem Edge ou Wifi: só o microfone e os speakers.

O criador da tecnologia é o professor Jeff Smith, um dos fundadores da empresa Smule, distribuidora da app Ocarina (um aplicativo que simula um instrumento musical similar a uma flauta e usa o microfone do aparelho como bico de sopro) e também do Sonic Lighter (uma app de isqueiro um tanto quanto diferente das outras 50 disponíveis na AppStore), além de outras duas.

Smith trabalha no centro de Pesquisa Informatizada em Música e Acústica, dentro da Universidade de Stanford, nos EUA, junto com o Dr. Ge Wang, outro fundador da Smule. Eles criaram uma linguagem de programação para comunicação por áudio chamada ChucK e implementaram no Sonic Lighter de um modo interessante: se você aproximar um iPhone com essa app acesa de outro iPhone com a mesma app apagada, ele se acende.

A parte interessante é que outro desenvolvedor chamado Nico Becherer, lançou essa semana um aplicativo implementando a tecnologia sônica criada pela Smule (que foi licenciada à ele gratuitamente) chamado Electric Smoke (inglês para cigarro elétrico). Ao aproximar um iPhone com o Sonic Lighter ligado de um outro iPhone com o Eletric Cigar, a imagem do cigarro é acesa. Ao fazer isso, Nico provou que é possível usar a linguagem pra criar aplicativos que não dependem exatamente de outro da Smule.

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Concordo com Jason Kincaid, do TechCrunch, que diz que as aplicações não são exatamente muito divertidas, mas o fato da troca de informações por trás desse acende-apaga ocorrer por meio de transmissões sonoras é algo revolucionaro. Não depender de rede 3G, edge ou sequer wifi pra comunicação é algo genial!

As inovações que isso pode causar são, sem dúvida, interessantes. Quer passar seu cartão de visita eletrônico pra alguém? Não precisa de bluetooth ou infravermelho, basta aproximar o microfone de quem vai receber do alto-falante de quem vai enviar. Seus amigos querem uma foto legal que você tirou mas você não quer ter o trabalho de enviar pra cada um? Aproximem seus telefones que ela será transmitida pelo speaker para todos ao mesmo tempo.

Mas por enquanto, essa inovação só serve pra  acender o tipo mais seguro de cigarros: virtuais.

Via Techcrunch

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Fieldrunners: não é só mais um tower defense

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Criado pela Subatomic Studios, o Fieldrunners faz parte de um novo estilo de jogo que cresceu muito ultimamente e que tem alto poder viciativo (principalmente se você se encontra no trabalho e com horas a perder): os Tower Defense. Para aqueles não familiarizados com o termo, explico: tower defense é um tipo de game em que o jogador precisa criar torres em um determinado campo para atacarem criaturas que tentam ir de um lado a outro da tela. Simples assim. A história completa de como essa tipo de jogo apareceu pode ser conferida na wikipedia (em inglês).

A prova de que o gênero anda bem e que fazer um game desse tipo, principalmente pra uma plataforma feito o iPhone, é sucesso garantido, está na própria AppStore. No momento da digitação desse parágrafo, o TapDefense ocupa o primeiro lugar dentre as Top Free App na loja.

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O jogo tem dois mapas diferentes e dois modos de gameplay: clássico ou endless (sem fim). Cada um pode ser jogado em três níveis diferentes: fácil, médio ou difícil. O mapa Grasslands é o mais fácil, pois nele só há um ponto de entrada e outro de saída de criaturas, enquanto o Crossroads tem dois de entrada e dois de saída. O modo Clássico tem 70 níveis e o sem fim, obviamente, vai até o nível que sua bateria conseguir aguentar. Em todos os modos ou mapas, as torres são as mesmas: metralhadora, lança-misséis, lança-gosma (WTF?) e lança-raios, organizadas aqui por ordem de preço que custam para construir.

O damage (ou dano) que eles causam nos inimigos variam por presença ou não de resistência na criatura atacada, mas normalmente funciona assim: a torre de gosma causa menos dano (porém faz a criatura atingida se arrastar por alguns segundos), a metralhadora causa algum dano sem splash, o lança-mísseis causa damage com splash se várias criaturas estiverem juntas (splash significar causar dano a outra criatura, diferente daquela que se está atacando) e a lança-raios causa muito dano sem splash. Todas podem ser revendidas (símbolo do $) ou atualizadas até o nível 3 (seta azul).

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A graça da App é bolar uma estratégia de construção das torres de um modo que as criaturas fiquem o máximo de tempo na mira dos canhões, já que o caminho normal deles é seguir em frente até o portão do outro lado da tela. Seria inteligente, por exemplo, criar um caminho em zig-zague para que as criaturas precisassem desviar-se da sua rota normal. Quer dizer, ao menos algumas delas.

Por ser um game com temática militar, todas as criaturas são de alguma forma ligadas à area. Existem soldados magros, soldados fortes, soldados motorizados, jipes armados, tanques, robôs gigantes, helicópteros e até dirigíveis. Esses dois últimos são os que não vão se desviar do seu caminho, não importa onde estejam as torres.

Custando U$4,99 (aproveita que tá em em promoção ainda), Fieldrunners é um dos melhores tower defense que já joguei até hoje. Não só pelos gráficos (que são excelentes até o momento que você dá um zoom muito perto) ou pelos sons (implementados numa versão posterior), mas pela variedade de inimigos e a possibilidade de jogar infinitamente, característica que ainda não é amplamente adotada nos games do gênero.

[+] Alto valor de replay
[+] Gráficos muito bons
[+] Rápido pra carregar

[-] Poucas torres
[-] Poucas informações sobre dano e upgrade

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